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Ciência, capitalismo e democraciaPor um diálogo cidadão entre cientistas e movimentos sociais no BrasilA humanidade enfrenta hoje enormes desafios, decorrentes dos efeitos cumulativos de duzentos anos de industrialização, exacerbados pela aceleração do ritmo da pesquisa científica e da inovação tecnológica e sua difusão pelo sistema econômico, assim como pelas condições do capitalismo globalizado. São questões com as quais nenhuma cultura do passado teve que se defrontar, envolvendo a degradação do meio ambiente, as mudanças climáticas causadas pelas atividades humanas e a procura de energias renováveis; a conectividade global na produção atual de conhecimentos; as promessas e riscos presentes nas fronteiras da tecnociência, a forma como essas atividades são hoje realizadas, e o problema do seu controle democrático pela sociedade; o enorme progresso potencial que representam para o mundo moderno e a redefinição da própria condição humana. Ciência, técnica e interesses sociais e econômicos estão hoje profundamente imbricados, interagindo e influenciando-se mutuamente; muitos movimentos que lutam por mudanças já perceberam que somente com uma apropriação cidadã ampla desses temas será possível enfrentar os desafios de nosso tempo. Essa percepção fundamenta a proposta de organizar, junto com o próximo Fórum Social Mundial, em Belém do Pará, em janeiro de 2009, de um “Fórum Ciência e Democracia”. Como afirma a convocatória deste Fórum, lançada em fins do ano passado, “pensamos que a construção de um espaço de cooperações abertas, de debates públicos, amplos e democráticos, entre cientistas e organizações do movimento social em escala planetária abriria perspectivas novas para: 1) promover e desenvolver o estatuto de bens comuns dos conhecimentos da humanidade; 2) debater os desafios e os meios para a ciência e os cientistas exercitarem sua responsabilidade social; 3) reforçar a autonomia da pesquisa, defender as missões de serviço público da pesquisa, e melhorar as condições nas quais as atividades científicas são realizadas pelos estudantes, pesquisadores e engenheiros; 4) reforçar a capacidade dos movimentos cidadãos de produzir conhecimento e de ser parceiros das instituições científicas; 5) reforçar a capacidade das nossas sociedades, tanto ao Norte como ao Sul, de tomar decisões democráticas no campo das ciências e das tecnologias. Os membros da comunidade científica e os atores dos movimentos sociais precisam compartilhar seus conhecimentos especializados e suas concepções para construir uma sociedade mais respeitosa dos direitos humanos, das culturas e das necessidades sociais e ecológicas” (http://fsm-science.org/). O êxito desta iniciativa dependerá, em grande medida, da capacidade de membros da comunidade científica e universitária e de movimentos sociais brasileiros estabelecerem esse diálogo já na preparação do evento, de modo que, como atores do país anfitrião, possamos fecundar o Fórum com os desafios e debates que nos mobilizam. De fato, vivenciamos, por nossa condição dependente e pelas profundas desigualdades que marcam o Brasil, todos os problemas relacionados à ciência e à técnica contemporâneas de forma mais contundente: a apropriação privada dos frutos da pesquisa pelas corporações tem aqui um impacto devastador sobre os setores majoritários da população, que são marginalizados pelo mercado, reforçando a importância da defesa da ciência como bem comum. O descaso para com a atividade científica, a pouca autonomia concedida à pesquisa e a falta de garantia de seu caráter público predominam no capitalismo periférico. A fragilidade da sociedade civil cria dificuldades suplementares para a apropriação dessas temáticas, para se combater a mercantilização do conhecimento e disputar seu direcionamento perante os frente aos interesses dos distintos setores do capital. Como é possível, nestas condições, desenvolver a ciência com responsabilidade social e compromisso público? Como podemos garantir as condições de acesso aos frutos da pesquisa pela maioria da população? Como podem a ciência e a técnica contribuir democraticamente para a superação dos problemas nacionais até hoje não resolvidos? E, mais ainda, contribuir para o enfrentamento das grandes questões que afligem o conjunto da humanidade? É com essa pauta que conclamamos os membros da comunidade científica e universitária e os atores dos movimentos sociais do Brasil a participarem da articulação de uma rede brasileira “Ciência, capitalismo e democracia”, que terá como seu primeiro desafio organizar nossa participação no Fórum de Belém em 2009. Colabore com seu comentário utilizando o formulário abaixoComentários
Vitório Tomaz - vitoriotomas@hotmail.com (2009-03-18 11:51:45)
Acho que o grande problema antes de mais nada é a falta de intenção, é infelizmente as pessoas pregarem sistemas de livre mercado, livre acesso, mas no fundo aqueles que são capazes de realizar a mudança ainda estão em um sistema feudal. publizitat.blogspot.com
mLfNeUMvzPPhQ - gmnpvn@bwrfdp.com (2009-11-02 02:24:06)
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NoADOMfL - oapqre@dkojun.com (2009-12-17 07:16:19)
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emmie - emmie.john88@gmail.com (2010-02-01 21:12:59)
Por uma questão de fato, em virtude de nossa condição de dependente e as profundas desigualdades que marcam o Brasil, temos experiência profundamente todos os problemas relacionados com a ciência actual dias e tecnologia de uma forma mais extrema: aqui, a apropriação privada dos frutos da pesquisa por empresas tem um impacto devastador sobre a maioria da população, que são marginalizados pelo mercado - reforçando a importância da defesa da ciência como um bem público de ccna voice. Negligência da atividade científica, pouca autonomia a ser concedido à investigação, e não ao reconhecimento de seu caráter público, são características predominantes do capitalismo da periferia. A fragilidade da sociedade civil contribuem para as dificuldades para se engajar na discussão adequada destes temas, e para combater a mercantilização do conhecimento e da disputa que a direção do seu desenvolvimento deve ser moldada pelos interesses dos vários sectors.How capitalista é possível em estas condições para desenvolver a ciência com responsabilidade social e compromisso público? Como podemos garantir as condições para a maioria da população ter acesso aos frutos da investigação científica? Como a ciência ea tecnologia podem contribuir democraticamente para resolver os problemas nacionais, que até agora não foram solucionados - e, mais ainda, contribuir para lidar com as grandes questões que todo o problema da humanidade?
emmie - emmie.john88@gmail.com (2010-02-01 21:14:06)
Por uma questão de fato, em virtude de nossa condição de dependente e as profundas desigualdades que marcam o Brasil, temos experiência profundamente todos os problemas relacionados com a ciência actual dias e tecnologia de uma forma mais extrema: aqui, a apropriação privada dos frutos da pesquisa por empresas tem um impacto devastador sobre a maioria da população, que são marginalizados pelo mercado - reforçando a importância da defesa da ciência como um bem público de ccna voice. Negligência da atividade científica, pouca autonomia a ser concedido à investigação, e não ao reconhecimento de seu caráter público, são características predominantes do capitalismo da periferia. A fragilidade da sociedade civil contribuem para as dificuldades para se engajar na discussão adequada destes temas, e para combater a mercantilização do conhecimento e da disputa que a direção do seu desenvolvimento deve ser moldada pelos interesses dos vários sectors.How capitalista é possível em estas condições para desenvolver a ciência com responsabilidade social e compromisso público? Como podemos garantir as condições para a maioria da população ter acesso aos frutos da investigação científica? Como a ciência ea tecnologia podem contribuir democraticamente para resolver os problemas nacionais, que até agora não foram solucionados - e, mais ainda, contribuir para lidar com as grandes questões que todo o problema da humanidade?
emmie - emmie.john88@gmail.com (2010-02-01 21:14:54)
Por uma questão de fato, em virtude de nossa condição de dependente e as profundas desigualdades que marcam o Brasil, temos experiência profundamente todos os problemas relacionados com a ciência actual dias e tecnologia de uma forma mais extrema: aqui, a apropriação privada dos frutos da pesquisa por empresas tem um impacto devastador sobre a maioria da população, que são marginalizados pelo mercado - reforçando a importância da defesa da ciência como um bem público de ccna voice. Negligência da atividade científica, pouca autonomia a ser concedido à investigação, e não ao reconhecimento de seu caráter público, são características predominantes do capitalismo da periferia. A fragilidade da sociedade civil contribuem para as dificuldades para se engajar na discussão adequada destes temas, e para combater a mercantilização do conhecimento e da disputa que a direção do seu desenvolvimento deve ser moldada pelos interesses dos vários sectors.How capitalista é possível em estas condições para desenvolver a ciência com responsabilidade social e compromisso público? Como podemos garantir as condições para a maioria da população ter acesso aos frutos da investigação científica? Como a ciência ea tecnologia podem contribuir democraticamente para resolver os problemas nacionais, que até agora não foram solucionados - e, mais ainda, contribuir para lidar com as grandes questões que todo o problema da humanidade?
emmie - emmie.john88@gmail.com (2010-02-02 01:53:17)
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QUILOMBOLIVARIANO - quilombonnq@bol.com.br (2010-04-06 09:12:11)
REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA! 1parte Viva Zumbi! Viva Che!Viva Hugo Chávez! Feliz 2010! Conscientização Justiça Prosperidade Solidariedade Fraternidade Amor Paz. Socialismo Quilombolivariano Ao Nosso Povo Viva Brasil! Venceremos Feliz 2010! Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada a elite mundial, é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo este afro-ameríndio descendente vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosas quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT ,Record IURD,BAND e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc. Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder Zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar as histórias dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Oswaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam.Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Argentina, Boliviana, Peruana, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma,não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che, Viva Martin Luther King,Malcolm X Viva Oswaldão, Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma,Rafael Correa, Cristina Kirchner, Fernando Lugo ,Tabaré Vazquez,Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores do Brasil e de todos os povos irmanados. Movimento Revolucionário Socialista QUILOMBOLIVARIANO vivachavezviva.blogspot.com/ quilombonnq@bol.com.br Organização Negra Nacional Quilombo O.N.N.Q. Brasil fundação 20/11/1970 por Secretário Geral Antonio Jesus Silva
MwDeyUIjFWknVHwypCx - ysvaeo@dxnlct.com (2010-06-01 19:19:41)
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